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Fraudes no consumo de energia em Oriximiná identificadas em fiscalização

G1

Este artigo aborda fraudes no consumo de energia em oriximiná identificadas em fiscalização de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Operação de combate a fraudes em Oriximiná

Uma operação de combate a fraudes no consumo de energia foi realizada em Oriximiná, no oeste do Pará, nesta terça-feira (3), resultando na identificação de irregularidades em dois estabelecimentos comerciais: uma casa de festas e um restaurante. A ação contou com a colaboração de equipes técnicas do setor elétrico, além do apoio da Polícia Civil e da Polícia Científica, evidenciando a seriedade da fiscalização contra práticas ilícitas que afetam o fornecimento de energia na região.

Durante a fiscalização, foi constatado que a casa de festas operava com um desvio de energia antes do sistema de medição, o que impedia o registro do consumo real. No restaurante, os agentes descobriram que a unidade havia sido desligada anteriormente, mas religada de forma clandestina, caracterizando o furto de energia. A operação resultou na prisão em flagrante da responsável pela casa de festas, que foi liberada após o pagamento de fiança. No restaurante, a falta do proprietário levou apenas uma funcionária a prestar esclarecimentos como testemunha.

As irregularidades identificadas na operação são estimadas em cerca de 15,6 MWh de energia que deixariam de ser faturados ao longo de um ano, o equivalente ao consumo mensal de um condomínio de médio porte. Além das implicações financeiras, o desvio de energia compromete a qualidade do fornecimento, sobrecarrega a rede elétrica e eleva o risco de incidentes, como curtos-circuitos e incêndios. A operação reflete um esforço contínuo para proteger a infraestrutura elétrica e garantir um serviço mais seguro para todos os consumidores.

Irregularidades encontradas em estabelecimentos comerciais

A fiscalização realizada em Oriximiná revelou irregularidades significativas em dois estabelecimentos comerciais, especificamente uma casa de festas e um restaurante. Durante a operação, foi constatado que a casa de festas operava com desvio de energia antes do sistema de medição, o que impedia o registro real do consumo de eletricidade. Essa prática não apenas constitui uma violação das normas de fornecimento, mas também representa um potencial risco à segurança pública, pois pode levar a sobrecargas na rede elétrica e até mesmo incêndios.

No caso do restaurante, as autoridades descobriram que o local havia sido previamente desligado, mas foi religado de forma clandestina, sem qualquer medição, configurando furto de energia. A ausência do proprietário durante a fiscalização levou a uma abordagem com uma funcionária, que foi levada à delegacia apenas para prestar esclarecimentos. A situação é alarmante, uma vez que as estimativas apontam que as irregularidades detectadas podem resultar em uma perda de aproximadamente 15,6 MWh de energia ao longo de um ano, volume equivalente ao consumo mensal de um condomínio de médio porte.

Essas ações de fiscalização são parte de um esforço contínuo para combater fraudes no consumo de energia e garantir um fornecimento seguro e eficiente para todos os consumidores. O desvio de energia, além de configurar crime, afeta a qualidade do serviço prestado, pressionando a infraestrutura elétrica e colocando a segurança da população em risco.

Consequências do furto de energia

O furto de energia, prática ilegal que consiste na manipulação do sistema elétrico para obter fornecimento sem pagamento, traz consequências significativas tanto para as empresas fornecedoras quanto para a sociedade como um todo. Em Oriximiná, as irregularidades recentes identificadas em estabelecimentos comerciais revelam que esse tipo de crime não apenas impacta a receita das concessionárias, mas também compromete a qualidade do serviço prestado aos consumidores regulares. Estima-se que as fraudes detectadas possam representar um prejuízo de cerca de 15,6 MWh em um ano, o que equivale ao consumo mensal de um condomínio de médio porte, evidenciando a magnitude do problema na região.

Além das implicações financeiras, o furto de energia também gera riscos à segurança elétrica. A prática de desvio ou religação clandestina aumenta a sobrecarga na rede elétrica, que pode resultar em curtos-circuitos e incêndios, colocando em perigo a vida de moradores e trabalhadores. A falta de medição precisa do consumo leva a uma distribuição desigual e ineficiente da energia, afetando ainda mais a qualidade do fornecimento e gerando descontentamento entre os consumidores que pagam suas contas em dia.

Por fim, a fiscalização rigorosa e a aplicação de penalidades são essenciais para coibir essas práticas. O furto de energia é considerado crime, e as autoridades têm intensificado as ações de combate a esse problema. A população também pode desempenhar um papel ativo, realizando denúncias anônimas, contribuindo para a proteção da infraestrutura elétrica e assegurando um sistema mais justo e equilibrado para todos os consumidores.

Legislação e penalidades relacionadas ao furto de energia

A legislação brasileira trata o furto de energia elétrica como um crime tipificado no artigo 155 do Código Penal, que prevê penalidades para quem subtrai, para si ou para outrem, coisa alheia móvel. O furto de energia, comumente conhecido como 'gato', é uma prática criminosa que pode resultar em penas de um a quatro anos de reclusão, além de multas. Essa tipificação legal é essencial para coibir ações que prejudicam não apenas as empresas fornecedoras de energia, mas toda a sociedade, visto que o furto gera perdas financeiras e compromete a qualidade do serviço prestado aos consumidores regulares.

Além do furto de energia, a adulteração de medidores é considerada uma forma de estelionato, conforme o artigo 171 do Código Penal. Essa prática envolve manipulações nos dispositivos de medição para registrar um consumo menor do que o real, criando uma situação de fraude e prejudicando a arrecadação das concessionárias. As penalidades para essa infração também incluem reclusão e multas, refletindo a seriedade com que o sistema jurídico brasileiro trata as fraudes no setor elétrico.

As ações de fiscalização, como a realizada em Oriximiná, são fundamentais para garantir que tais crimes sejam combatidos de forma eficaz. A população também desempenha um papel importante nesse combate, podendo denunciar irregularidades através de canais de atendimento específicos, como o 0800 da Equatorial. Essas iniciativas visam não apenas a recuperação de perdas financeiras, mas também a criação de um ambiente mais seguro e equilibrado para todos os consumidores, evitando riscos como curtos-circuitos e incêndios.

Como denunciar fraudes no consumo de energia

Denunciar fraudes no consumo de energia é um passo fundamental para combater práticas ilegais que afetam a qualidade do fornecimento e geram prejuízos à sociedade. Para isso, a Equatorial Pará disponibiliza canais apropriados para que os cidadãos possam realizar denúncias de forma anônima e segura. A Central de Atendimento da empresa pode ser contatada pelo telefone 0800 091 0196, onde um atendente irá registrar a solicitação e fornecer orientações sobre como proceder.

Além do telefone, a Equatorial também oferece a opção de denúncias por meio de seu site oficial. Na seção 'Quero denunciar uma fraude', os usuários poderão preencher um formulário que garante a confidencialidade das informações fornecidas. Esse canal é essencial para que a população se sinta à vontade para reportar qualquer irregularidade, seja em residências ou estabelecimentos comerciais, sem medo de represálias.

As denúncias são fundamentais para as ações de fiscalização e combate ao furto de energia, que, como já mencionado, impacta a todos. É importante ressaltar que a prática de desvio de energia é crime e pode resultar em penalidades severas para os infratores. Portanto, a colaboração da população é crucial para manter a integridade do sistema elétrico e garantir um fornecimento seguro e eficiente para todos.

Fonte: https://g1.globo.com

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