Conheça alguns dos pratos típicos da nossa Amazônia

X-Caboquinho

O x-caboquinho é um sanduíche típico da culinária do Amazonas, composto por pão francês, queijo coalho, banana pacovã frita e tucumã. É uma iguaria muito popular em Manaus, onde é consumido principalmente no café da manhã, e é considerado patrimônio cultural imaterial da cidade.

Tapioca

A tapioca é produzida a partir da mandioca, possui elevado teor de carboidratos na forma de amido e baixo teor de proteínas e lipídios. Em Manaus, a tapioca está presente no dia a dia da população. Pode ser simples, apenas com uma manteiguinha, ou a mais consumida, a Caboquinha.

Tambaqui Assado

O tambaqui assado é muito mais que um prato típico; é uma tradição que faz parte do cotidiano do manauara e um símbolo da rica culinária amazônica. Com sua carne macia, saborosa e cheia de nutrientes, ele conquista paladares ao redor do Brasil. Seja acompanhado por farofa, baião de dois ou vinagrete, o tambaqui assado encanta não apenas pelo sabor, mas também pelo vínculo cultural que representa. A pele crocante e dourada é a assinatura perfeita de um prato que é sinônimo de reunião, alegria e celebração da Amazônia.

Caldeirada de Tambaqui

A caldeirada de tambaqui é muito mais do que apenas um prato regional; é uma tradição enraizada no dia a dia do manauara e uma expressão genuína da culinária amazônica. Feita com o tambaqui, peixe de sabor marcante, a caldeirada reúne um caldo rico e bem temperado, harmonizado com legumes, ervas frescas e especiarias típicas.

Geralmente acompanhada de arroz branco ou farinha d’água, é um convite para compartilhar momentos e vivenciar os sabores únicos da Amazônia. Mais do que comida, é uma celebração da cultura local e uma experiência gastronômica que permanece na memória.

Pirarucu de Casaca

Um prato que carrega a alma da culinária manauara. Feito com o “bacalhau da Amazônia”, camadas de pirarucu seco, banana frita, farofa, batata e outros ingredientes se transformam em uma explosão de sabores.

Tacacá

Um caldo quente, intenso e cheio de tradição que traduz a essência de Manaus. Feito com tucupi, jambu, goma e camarão seco, é muito mais que uma comida; é um ritual que aquece o corpo e a alma, especialmente nas tardes amazônicas. Símbolo da cultura local, o tacacá é um verdadeiro patrimônio manauara, presente em feiras, praças e no coração de quem vive ou visita a cidade.

Jaraqui Frito

Um clássico que é a cara de Manaus! Com sua carne saborosa e tempero simples, é mais que um prato; é tradição. Servido com farinha e vinagrete, o jaraqui é presença certa nas mesas, feiras e encontros manauaras. Dizem que quem come jaraqui, não sai daqui – e é fácil entender o porquê: ele é o sabor da cidade e da cultura amazônica!

Bolinho de Pirarucu

Um petisco irresistível que reflete a riqueza da culinária manauara. Feito com o peixe típico da região, o pirarucu, esse bolinho crocante por fora e macio por dentro é uma verdadeira iguaria local. Presente em bares, festas e na rotina dos manauaras, o bolinho de pirarucu carrega o sabor da Amazônia e é um convite para saborear a tradição em cada mordida.

Picadinho de Tambaqui

Uma verdadeira delícia que une sabor e tradição na mesa dos manauaras. Feito com o tambaqui, peixe símbolo da Amazônia, o prato combina pedaços suculentos do peixe com arroz, legumes e temperos típicos, criando uma explosão de sabores. Presente no cotidiano de Manaus, o picadinho de tambaqui é muito mais que uma refeição – é uma celebração da cultura local e da conexão com a rica gastronomia amazônica.

Farofa de Banana

A farofa de banana é um prato simples, mas cheio de sabor, que faz parte do dia a dia do amazonense. Feita com banana pacovã e misturada à farinha, ela ganha um toque único de doçura e crocância. Costuma ser servida como acompanhamento em muitos pratos típicos, como o peixe frito, trazendo equilíbrio aos sabores fortes da culinária amazônica. Além de deliciosa, a farofa de banana é um alimento tradicional.

Pé de Moleque

Diferente do resto do país, o Pé de Moleque de Manaus é feito com massa de mandioca, açúcar, manteiga, sal, erva-doce e cravinho. A massa é pré-cozida, moldada em folha de bananeira e assada em forno a lenha na chapa de ferro. A iguaria é facilmente encontrada nas feiras da cidade e combina perfeitamente com um cafezinho.

Queijo Coalho

O queijo coalho é um tipo de queijo de textura firme e sabor suave. Feito a partir de leite de vaca, ele passa por um processo de coagulação e salga, resultando em um queijo que pode ser consumido de diversas formas, sendo frequentemente grelhado ou frito.

No cotidiano do amazonense, o queijo coalho é presença garantida em churrascos, lanches e até mesmo como acompanhamento de pratos típicos. O queijo coalho é usado em receitas locais, refletindo a versatilidade e simplicidade desse alimento na mesa amazonense.

Tucumã

O tucumã é uma fruta típica da Amazônia, com uma casca dura e polpa de cor laranja vibrante. Ela é muito valorizada pelos amazonenses, não só por seu sabor único, que mistura doce e levemente amargo, mas também pelas suas diversas utilizações na culinária regional. A polpa do tucumã é extraída e usada de várias maneiras no cotidiano do amazonense.

Um dos usos mais tradicionais é na preparação do tucumã com queijo, um prato simples, mas delicioso, onde a fruta é misturada com queijo coalho ou curado. Além disso, o tucumã também é utilizado em sucos, sorvetes e até como ingrediente em pratos mais elaborados, como farofas e carnes. O tucumã é, assim, uma verdadeira iguaria da região, presente em diversas refeições diárias e em festas típicas, refletindo a riqueza e os sabores da Amazônia.

Cará Roxo

O cará tem origem amazônica e é muito apreciado pela população local. A polpa levemente granulosa lembra a batata inglesa. O cará conta com variedades caracterizadas pela coloração roxa, branca e amarela. De fácil digestão, o produto é consumido cozido com uma pitada de sal, no café da manhã ou da tarde, em sopas, frito, no preparo de pães, purês e pudins amazônicos.

Pimenta de Cheiro

A pimenta-de-cheiro é uma variedade comumente encontrada no Norte e no Nordeste, conhecida por seu sabor levemente picante e seu aroma pungente. Elas são plantas nativas de regiões quentes e tropicais. O seu uso no Brasil foi popularizado pelos povos indígenas.

O fruto tem aproximadamente 4 centímetros de comprimento e pode ser usado como decoração de pratos ou tempero de feijoada, utilizada também em pratos quentes e frios, para criar sabores e aromas únicos. Seus principais usos são em carnes, risotos, sopas, pizzas, tortas e saladas.

Pimenta Murupi

A Murupi da Amazônia é tradicionalmente cultivada na região Norte, onde, na maior parte das vezes, é consumida em conserva ou no tucupi. A pimenta Murupi é reconhecida pelo seu sabor picante e diferenciado, faz sucesso com seu aroma característico. É uma pimenta bastante bonita e tem uma ardência média.

Tucupi Amarelo

O tucupi é obtido a partir do caldo fermentado e temperado, extraído da raiz da mandioca brava amarela, considerado um tempero essencial à cozinha amazônica. Tem sabor indescritível e único. Após passar por processo de fervura, é temperado com ervas e assume acidez inconfundível. Estrela da gastronomia na Amazônia.

Farinha do Uarini

A típica é farinha ovinha do Uarini.
A farinha ovinha de Uarini, também conhecida como “caviar amazônico”, pois seus grãos são muito semelhantes às ovas de peixe, é feita de mandioca e é a base da alimentação dos caboclos e ribeirinhos, que são os principais produtores.

Ela possui grande importância econômica para a região. Além de ser deliciosa e nutritiva, pois é uma excelente fonte de carboidrato, essa farinha não possui glúten, sendo uma excelente opção para quem é celíaco. A farinha é um ingrediente versátil e pode ser utilizada de diversas formas na gastronomia, como acompanhamento comum de pratos típicos, para rechear peixe, fazer farofa, comer junto com castanha-do-pará ou junto com a proteína favorita.

Farinha de mandioca

A farinha D’Água oferece uma opção nutritiva e saborosa para suas receitas. Rica em nutrientes essenciais, esta farinha proporciona uma textura leve e macia, perfeita para pães, bolos e biscoitos. Além de seu sabor delicioso, é uma fonte natural de energia e fibras, promovendo a saúde digestiva.

A Farinha d’água é feita de mandioca fermentada e peneirada e é rica em fibras, sendo consumida diariamente na região, acompanhando qualquer prato, especialmente o famoso açaí.

Cupuaçu

O cupuaçu é originário da floresta amazônica. É uma fruta deliciosa, com uma polpa branca, carnuda e cremosa, sendo uma excelente fonte energética. Utilizada na culinária local, na fabricação de geleias, cremes, sorvetes, biscoitos, compotas e até mesmo licores, as sementes são também aproveitadas para a retirada de sua manteiga.

Seu suco é costumeiramente oferecido aos que visitam a região, para que conheçam o sabor símbolo da Amazônia.

Pupunha

A espécie é nativa da região amazônica, onde é conhecida popularmente como pupunheira. As cores e o sabor variam conforme a safra, indo do amarelo ao vermelho. Uma fruta em formato oval, com casca marrom-avermelhada e polpa amarela ou branca, pode ser consumida tanto crua, em saladas, quanto cozida, refogada ou grelhada.

Com o sabor suave e textura macia, essa fruta tem sido explorada em diversas receitas, desde pratos salgados, como arroz, saladas e ensopados, até sobremesas, como bolos, doces, tortas e sorvetes.

Charutinho frito

Charutinho frito e crocante é a principal atração gastronômica do Festival.Além das belezas naturais e das pedras gigantes que inspiraram o nome de uma das praias mais exóticas do Tapajós, Ponta de Pedras é destino certo dos turistas pela sua gastronomia. É na praia, que fica as margens do rio Tapajós, que os visitantes encontram o petisco mais famoso do lugar. O Charutinho.

O peixe, encontrado no rio que lava as areias de ponta de Pedras, é o carro chefe dos restaurantes da comunidade. Dona Vera Lúcia Gentil trabalha na praia há 20 anos e conta que foi com a renda do petisco e de outros pratos tradicionais comercializados que criou as filhas. Ela até dá uma dica pra quem pretende tentar reproduzir a receita em casa. “O processo é bem fácil. É só temperar e colocar para fritar quando o óleo estiver bem quente. O segredo é deixar bem fritinho para ficar crocante”.

Maniçoba Paraense

A maniçoba é um prato típico da culinária paraense, com raízes indígenas, conhecido como “feijoada paraense” por sua semelhança com o prato brasileiro, substituindo o feijão pela maniva (folha da mandioca brava moída). O preparo é demorado, exigindo cozimento de cerca de sete dias para eliminar o ácido cianídrico, tóxico da folha, sendo servida com carnes de porco, charque e defumados

Pato no tucupí

O pato no tucupi é um prato icônico da culinária amazônica, especialmente do Pará, Brasil. Consiste em pato assado e depois cozido em um caldo amarelo, ácido e aromático, extraído da mandioca brava (tucupi), acompanhado de jambu (erva que causa formigamento) e servido com arroz branco e farinha-d’água

Açai Paraense

O açaí paraense é consumido tradicionalmente puro, sem açúcar ou xarope, batido na hora e servido in natura (fresco) com farinha de mandioca ou d’água e acompanhamentos salgados, como peixe frito, charque ou camarão. É um alimento base da dieta local, com sabor umami e textura cremosa

Vatapá Paraense

O vatapá paraense é uma variação regional rica e cremosa do vatapá, típica da culinária do Pará. Diferente da versão baiana, ele se destaca por não utilizar pão amanhecido, sendo tradicionalmente engrossado com farinha de trigo (ou às vezes farinha de mandioca), leite de coco, azeite de dendê e um intenso caldo de camarão seco.

Caruru Paraense

O estado do Pará é conhecido pela sua rica culinária, que une ingredientes regionais com influências indígenas, africanas e portuguesas. Um dos pratos mais típicos da região é o caruru paraense, uma iguaria que faz sucesso entre os moradores locais e turistas.

Alter do Chão, no Pará, é um charmoso distrito de Santarém conhecido como “Caribe Amazônico”, famoso por suas praias de água doce cristalina do Rio Tapajós e areia branca. Destaca-se a Ilha do Amor, o Lago Verde e a cultura local, com a festa do Sairé e o ritmo do carimbó. É ideal visitar no segundo semestre, principalmente de agosto a dezembro (seca), quando as praias se formam

Principais Atrações e Passeios:

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